


(...)"Após outra noite inesquecível, porém muito mal dormida, e do carinho de alguns fãs no aeroporto, chegamos a última escala de nossa miniturnê, Salvador. Minha viagem particular pelo tempo me levou a um espaço que, se não me engano, se chamava Manatee (quem me salva dessa?), onde abrimos para uma banda de axé da qual, obviamente, não me lembro o nome, que roubada! Desse dia quase nada restou, a não ser a vívida sensação de deslumbramento com a cidade, e com a complexidade humana e cultural que nem tantas visitas foram capazes de desvendar.
Quanto ao show que faríamos, sabia-se que 5 mil ingressos haviam se esgotado em menos de duas horas, o que nos levou a agendar uma segunda data para atender à surpreendente demanda. Aos que nunca lá estiveram, vale observar que a Concha Acústica está para a música brasileira assim como a Bonboneira está para o futebol Argentino. Trata-se de uma panela de pressão, onde a plateia forma um paredão que se separa do palco apenas por uns dois ou três metros. Disposta como um anfiteatro, a casa permite a peculiar possibilidade de se fazer apresentações de grandes porte sem perder o clima intimista.
Essa característica, submetida ao público soteropolitano, me levou a temer pela viabilidade do show, visto que, na primeira música, cogitei se o equipamento de som daria conta de encobrir o coro de nossos fãs. Era impossível se ouvir! Uma certeza eu tenho: aquilo não foi projetado para um show do Los Hermanos, hehehehe…
Desde que soube que tocaríamos na Concha, alimentei secretamente a expectativa de ver reproduzida aquela belíssima cena do balé de luzes dos celulares em “Sentimental”. Nem precisou pedir. Quem não entendeu a que me refiro, é a cena retratada lá no alto do post. Se ainda restar dúvidas, procure o vídeo dessa música no Youtube. Para dizer em poucas palavras, as duas noites em Salvador foram simplesmente catárticas, com direito a bis, tris, “Pierrot” e tudo mais, tanto que até o Vicente, meu filho, resolveu entrar no palco para agradecer." (..)
Quanto ao show que faríamos, sabia-se que 5 mil ingressos haviam se esgotado em menos de duas horas, o que nos levou a agendar uma segunda data para atender à surpreendente demanda. Aos que nunca lá estiveram, vale observar que a Concha Acústica está para a música brasileira assim como a Bonboneira está para o futebol Argentino. Trata-se de uma panela de pressão, onde a plateia forma um paredão que se separa do palco apenas por uns dois ou três metros. Disposta como um anfiteatro, a casa permite a peculiar possibilidade de se fazer apresentações de grandes porte sem perder o clima intimista.
Essa característica, submetida ao público soteropolitano, me levou a temer pela viabilidade do show, visto que, na primeira música, cogitei se o equipamento de som daria conta de encobrir o coro de nossos fãs. Era impossível se ouvir! Uma certeza eu tenho: aquilo não foi projetado para um show do Los Hermanos, hehehehe…
Desde que soube que tocaríamos na Concha, alimentei secretamente a expectativa de ver reproduzida aquela belíssima cena do balé de luzes dos celulares em “Sentimental”. Nem precisou pedir. Quem não entendeu a que me refiro, é a cena retratada lá no alto do post. Se ainda restar dúvidas, procure o vídeo dessa música no Youtube. Para dizer em poucas palavras, as duas noites em Salvador foram simplesmente catárticas, com direito a bis, tris, “Pierrot” e tudo mais, tanto que até o Vicente, meu filho, resolveu entrar no palco para agradecer." (..)




